Fui pra terra dele por causa de um assunto pessoal nadavê com ele, mas aproveitei pra marcar de nos encontrarmos, queria conhecê-lo. Marcamos na fila de um show que eu iria, primeiro dia da minha viagem, ele furou. Mandou um sms dizendo que teve que trabalhar, que no dia seguinte me encontraria. Dia seguinte chegou, ele não, usou uma desculpa de que eu tinha tuitado que iria dormir, ai preferiu deixar pra depois. No terceiro dia de viagem ligo pra ele demanhã pra ver se: vai rolar ou não mermão? Ele marca comigo aquela noite. Passaria no albergue. Fui pra casa depois da parada guei, me arrumei todalinda já pensando no tamanho do bolo que levaria, mas nems, ele foi.
Visualizem a cena: eu todalinda de tomara que caia preto, rodado, lindo, sandália salto médio, uma graça, make, chapinha. Linda. (Até hoje se vcs não me conhecem não sabem como sou, mas olha, magra e alta define. Ok, pneuzinhos, uma barriguinha sensual, mas borda de catupiri é bom, não? =p)
Desci as escadas do albergue, abri a porta e o vi discostas no celular. Baixinho e gordo, BEM gordo. (PS: NADACONTRA gordos, mas gente, ninguém tem sonhos sensuais com o Faustão…) Eu fiquei extremamente sem graça, mas né? Fazoq? Nada, tá no inferno abraça o capeta. Ele desligou, nos cumprimentamos, saímos. A rua cheia, todo mundo olhava. Sem querer ser a miss antipatia, mas era um casal mei inusitado. Eu alta e produzida, ele um gordinho de boina. Fomos pra um bar. Ficamos no andar de cima. Eu tinha fome, pedi comida, ele tinha comido, pediu só chopps. Bebemos, conversamos. Ele alternava os olhares entre meu decote e a televisão pra ver resultados de jogos. Divo. A conversa não fluia, ele só sabia dizer que estava cansado, que queria deitar (sentiu a indireta?) e eu lá, sorrisos, cara de sem graça, mil idas ao banheiro por causa dos chopps. Ele muito perspicaz me disse que eu era igual ele imaginava/tinha visto nas fotos e na hebecam, ai me perguntou o que eu achava dele… bom né? A verdade é que eu achei BEM diferente, mas sou simpática, disse que era um pouco diferente. Ele quis saber se pra melhor ou pra pior, olha, era pra pior, mas não tive coragem, disse que nem melhor nem pior, só diferente… Ele me chamou pra ir pro 5letras. Eu topei. Sim gentes, sou fácil, tô tentando me curar, mas tá foda. Fomos. A pé. 5letras. A pé. (Queridos homens que me lêem, 80% das mulheres tem vergonha de ir a um 5letras pq todomundo sabe que ninguém vai pra lá pra não fazer nada, daí evitamos o máximo de contato possível com ozotros, ir a pé pro 5letras nos força a ter esse tipo de contato, assim que: JAMAIS leve uma mulher a um 5letras a pé. #dicona) Subimos. No elevador só que rolou o primeiro beijo. -Vc pode me beijar agora, disse ele. Divo. Beijei. Foi bom. Entramos. Pegação na cama. Antes de começar cos detalhes devo advertí-los que: 1. não possuo memória; 2. ainda mais quando bebo. Assim que, lembro das coisa, só não lembro da sequência cronológica correta, mas olha, quem precisa de sequência??
Enfim, a pegação consistiu em beijos, amassos, eu impressionada em como ficava LINDA no espelho do teto. Tentei por uma música, o som não funcionava (isso que é 5letras hein?). Desisti, nos pegamos mais, ele tirou meu vestido, começou uns trabalhos orais nos meus boobs e eis que surge a primeira pérola da noite: – Alguém já fez isso antes?
MERMÃAAAAAO, sério, ele precisava saber? Pra quêeee pergunta? Deu no que? Eu com minha mania doentia de falar a verdade disse que sim. hahahahaha alguns meses antes eu descobri o poder do body shot das biba, não podia ver uma festa gay que tavaca uma ice no decote e fazia azamiga lamber. Um dia contei isso pruma guei que pegava mulher, ele gostou da história e me pediu um, diferentemente dazamiga que só lambiam a bebida e só nesse meizin sem peitos, essa guei quis fazer trabalhos orais nos meus (polêmicos) mamilos, deixei, e olha, BOM PRA CARÁLEO. Beleza que Pipoca Gorda não tinha como saber disso, mas perguntou praquê imbecil? Falei a verdade. Me arrependi na hora, e consertei dizendo que ele tinha sido melhor (mentira deslavada, mas né? tinha que compensar). Depois disso eu perguntei pq ele ainda estava vestido, ele disse q ninguém tinha tirado a roupa dele. Lá fui eu. Não consegui. Tenta mirmã tirar uma camiseta do André Marques, é fácil? Não. Ele tirou por si próprio. Mais pegação. Ele fez uns trabalhos manuais, muito bom, pena que ele não soube quando parar e continuou, continuou, continuou, tava doendo já, e eu sem como falar pra ele parar. Grazadeus ele cansou. Mais pegaçãozinha. Ele me pediu trabalhos orais. Eu como boa diva disse: – marnemórta, tá boua santa? Ele insistiu. Eu me prendi ao fator Sandy. Ninguém faz isso na primeira vez. Ele disse que faz sim, eu disse que não me deeeeeixa. Ele insistiu, aí decidiu fazer ele trbalhos orais em mim pra me mostrar como era legal. Na boa? Gostei muito não. Mas deixei ele lá né? Aí ele voltou e perguntou se eu tinha gostado (#dicona prozhomi que me lê, gente, ninguém é escroto pra dizer: – foi horrível, saí daqui!, assim que: não pergunte. tente acreditar nos gemidos, podem ser falsos tb, mas melhor que perguntar e fazer as amiga ficar com vergonha e ter q mentir falando) eu disse que sim né? Depois ele recomeçou a ladainha do please, please, let me get what i want = trabalhos orais, e eu lá, firme e forte na sandyce. Até que ele põe o dedo na minha boca. Divo. E eu: ok, saquei, quer me mostrar como é, e ele: vc viu onde minha mão estava?
PÁRA PÁRA PÁRA #JoãoKleber
A vontade foi pegar a mão dele com a ponta dos meus dedos, tirar da minha boca e perguntar? -NAONDE? Tá maluco? Tá demente? Me diz que tu não gosta de fio terra nem de beijo grego pelamordedeus! Me contive e só perguntei: – onde? Ele olhou pra pipoca. Respirei aliviada e vi que não tinha como fugir, ele ia me encher o saco ad eternum, então fiz. Ai depois ele me perguntou se ia rolar=sequisso. Depois de tudo a pessoa ainda tem que perguntar?… Disse que sim, ele me perguntou se eu tinha proteção. Gente, me abraça? Ele sai pra conhecer uma mina da internerds, ele sabe da possibilidade de rolar algo, ele não leva proteção. Ele conta com que uma Sandy ande com proteção porraí na bolsa? Gente, sério, me abraça? Eu não tinha, ele pediu pra recepçao, foi lá se vestir pra pegar. Momento traumático foi vê-lo se levantar pelado. Desculpa, mas uma vez: não odeio gordos, mas imagina o Jô Soares pelado de costas pra vc. NÃO É LEGAL. Bunda chulada e peluda. Corpo mais gordo em cima que embaixo. E eu estava sem óculos. MEDO. Quer outra visão? Já assistiu Cilada.com? Relembra aquela cena do Serjão Loroza pelado, agora embranquece um pouco: trcharãm! Aquilo! Mantra mental: ele é legal, ele é legal, ele é legal, pra ver se assim continuava o que eu fui fazer. Nesse mei tempo fui ao banheiro, ele me pegou na volta me jogou na parede. Divo. Fomos pra cama, ele me preparou, deitada, almofada abaixo do derrier, ele de pé, colocou a proteção, veio e me disse que poderia doer.
PORQUÊEEEEEEEEEEEE?? Gente, sabe a pessoa que fala as piores coisas possíveis no pior momento possível? D.I.V.O. Tô lá com medinho, sem saber bem oq me espera, a pessoa me avisa que pode doer. Secou na hora. Ele, de pé, começou a tentar. Só mais uma pausa, again: não odeio gordos, mas lindos, qd vc TEM que ficar de pé durante uma transa pq se deitar em cima da garota pode matá-la asfixiada, tá na hora de rever prioridades né? Ele lá, de pé tentou, passou reto. Eu ainda olhei pra ele e disse: não foi! Ele tentou denovo: subiu, desceu, foi pros lados, mas não entrou onde deveria. Tentei dar uma mãozinha literalmente, não ajudou. Mudamos a posição, a pessoa deitou e quis que eu ficasse por cima. Gente, só conseguiria se tivesse 1,30 metros de perna as Ana Hickmann, não tenho. Só 1,72 de altura, logo, de perna é pouco, muito pouco. Até conseguir sentar naquela superfície toda, não consegui encaxiar nada. Ele me fez tentar d4. Fui, nada de novo. Desistiu. E naquele momento eu queria pq achava que ele era legal (naïve). Mas não rolou.
Como tenho a síndrome da legal, decidi ele fazer algo que tava querendo: came out in my boobs. Diva. Ele me fez ajoelhar no chão. Divo. Foi lá, fez os trabalhos manuais por si e na hora que veio, bateu nos meus imensos boobs e ricocheteou no meu olho. DESESPERO. Ai meu oooolho! Ele tentou me acalmar e me levou pra pia, lavamos. Fiquei mei cega, olho vermelho. Ele ainda disse q foi pq fiquei olhando pra ação! Meuamô, foi só q meu pescoço cansou de olhar pra cima tempo demais, e tb, putaquepariu precisava desse tanto de material? Teve que acumular tanto? Nunca viu: Quem vai ficar com Mary? Custa fazer um trbalho manual em cs antes do date? Tomamos banho. Nos arrumamos, eu tinha q ver se ia direto pro albergue ou se ia encontrar os amigos na boate, ligo pra um deles, conto por alto o acontecido, metade da casa onde ele está fica sabendo q tô no 5letras, acabo indo pro albergue mesmo me arrumar, saímos os dois de táxi.
PS: não comentei da pipoca né? Bom, um dia na vida ele me mostrou na cam, achei normal, não tinha parâmetros, mas qd vi pessoalmente, vi que aquele ditado de “quem gosta de gordo naõ gosta de pipoca” era verdade. micro. Sabe, é q nem Dr Rey diz, a banha encobre uma boa parte da pipoca saca? E ainda oq sobra, em comparação com o restante… Era isso, micro. Pra ser mais exata, fecha sua mão, acresce mais uns 3 centímetros, fim. É isso. Só isso.
PS2: o apelido Pipoca Gorda não é por causa da pipoca, é que ele tem pipoca e é gordo. Seria Pipoca Gordo mas gosto de concordar. Pipoca Gorda. ficou.
PS3: Cabô que eu e Pipoca Gorda nos desentendemos um pouco (com direito a brigas por blogs e unfriends no FB) e fim, paramos de nos falar. Até o momento de publicação deste. Qualquer update na história, volto e acrescento. Só não esperem pegação, até pq errar uma vez é humano, duas vezes é goiano, e não sou goiana.